Divórcio, Criança e Escola: Como conciliar?

Como conciliar divórcio, criança e escola e tornar positivo para todos os envolvidos: pais, filhos e também professores?

Tudo depende de como vamos organizar a nossa vida, podemos olhar de uma forma positiva, tornando a experiência construtiva, ou olhar de uma forma negativa, o que torna toda experiência destrutiva.

Vamos entender como conciliar o divórcio de um casal com crianças e a vida na escola

O primeiro passo para ter sucesso nesta empreitada e ajudar o seu filho, é reconhecer e valorizar a rede de apoio em que você dispõe.

Digo isso, porque ouvir essa rede de apoio é essencial.

Ouvir aqui seria as diferentes percepções de como o seu filho está passando por esta fase para que você tenha os meios adequados para auxiliá-lo no que for necessário.

Essa rede pode ser tanto de familiares, como de amigos, vizinhos, pessoas próximas que você possa contar para lhe ajudar, para que a sua família como um todo não saia prejudicada, ou até mesmo, ajuda profissional terapêutica, quando necessário.

Em qualquer circunstância, quando se trata de filho, ter e poder contar com uma rede de apoio ajuda e muito, mas quando trata-se de divórcio e filho, esta rede torna-se ainda mais necessária.

A escola pode ser um ótimo termômetro sobre como o seu filho está encarando a adversidade em sua vida, como por exemplo, a separação.

A escola pode lhe contar comportamentos que estejam fora do padrão do seu filho, o que pode indicar qualquer problema ou dificuldade emocional, frente ao divórcio.

Temos que ter em mente, que a criança tem uma percepção bastante apurada do que ocorre em seu entorno, lidar com essa realidade pode ser doloroso para os pequenos.

O primeiro passo para um bom aproveitamento da escola no momento da separação, é a própria comunicação com os professores e da escola como um todo, da realidade que os filhos estejam enfrentando em casa, e como está esse enfrentamento, ou seja, a rede de troca e apoio deve ser mútuo entre a escola e os pais, para que seja aproveitado o máximo dessa relação.

Todos devem estar “em alerta” com essa criança, a qualquer apresentação de comportamentos fora do padrão para que juntos possam unir forças em nome do bem estar do menor.

Alguns exemplos de comportamentos fora do padrão: irritabilidade, sociabilidade reduzida, tristeza, timidez em excesso, qualquer comportamento que chame atenção.

O importante é estar atento aos sinais, dentro e fora de casa, para poder auxiliar esse menor em sua desconstrução e reconstrução de seus vínculos de afeto e segurança.

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